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Vestir-se bem importa mais do que você imagina em uma reunião

22 de janeiro de 2013

Renato aborda assunto polêmico: você é o que você veste?

Eu não ligava para moda. Meu guarda-roupa consistia em quatro calças e quatro camisas escolhidas a dedo para combinar umas com as outras. Eu pegava qualquer camisa e qualquer uma das calças e estava pronto.

Eu não entendia por que as pessoas gastavam ‘milhares’ de Reais em sapatos, relógios e bolsas. Moda para mim era algo para pessoas com muito dinheiro no bolso e pouca coisa na cabeça.

Eu estava errado…

Trabalhar no Fashion.me me fez prestar mais atenção ao que a moda é realmente e ao que eu estava usando. Eu comecei a comprar roupas melhores e mais ‘fashion’ e uma coisa muito esquisita aconteceu: ao invés das pessoas me tratarem pior e me acharem superficial, elas começaram a me tratar melhor.

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Demorou um pouco para eu entender o motivo: quanto melhor as pessoas se vestem, mais elas parecem ter status social e dinheiro, elas se sentem mais confiantes e as pessoas as respeitam mais.

Hoje em dia eu tenho uma opinião completamente diferente sobre moda. O seu ‘look’ reflete o seu estado de espirito, é um jeito de você expressar a sua individualidade e de mostrar para o mundo que você faz parte de uma tribo.

Ele mostra para as pessoas o seu valor social. Quando você veste uma marca, todas as qualidades desta marca são atribuídas a você.

Mas antes de mais nada, é preciso dizer que eu não sou a favor de gastar todo o meu dinheiro em roupas e acessórios, mas acho que é importante ter pelo menos alguns produtos melhores para causar uma boa impressão se você precisar.
Lembre-se: as pessoas julgam você pela forma como você se veste.

Então, na próxima vez que você tiver uma reunião importante, faça uma força um pouco maior em se vestir melhor. Importa mais do que você imagina.

112 Comentários Comente também
  • 22/01/2013 - 15:03
    Enviado por: jovem

    que papinho, jovem!

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    • 24/01/2013 - 03:16
      Enviado por: Kinnara

      Amei o comentário! :-) ))

      O autor do post trabalha em uma rede social de moda, sim? Então… é óbvio ululante que nesse ambiente marcas e atribuições de valores relativos a essas marcas são importantes. Choveu no molhado. Para mim, o problema é associar vestir-se bem com usar roupas de marca. Faltou ilustração com legenda: Val Marchiori comenta sobre o casaco do ano passado de socialite. :-)

      Fora isso… achei bem fraco o blog. Somente Nakagawa e Motter desenvolvem assuntos bem escritos e interessantes, o resto parece conversa de salão. Para um portal que abriga Marcelo Rubens Paiva, Ariel Palácios, Gustavo Chacra… :-\

    • 27/01/2013 - 07:11
      Enviado por: Eliana B.

      E as malas que se carrega no aeroporto também têm que chamar atenção pelo tamanho e marca??Aquelas coloridas e exibindo a marca estão “out”.Nesse caso,quanto mais discreção melhor.E sem o blim-blim das pulseiras,peloamordedeus.

  • 22/01/2013 - 15:09
    Enviado por: Lidercio Januzzi

    Desde a década de 1970 tenho feito algumas experiências sobre resultados diferenciados pelo modo se vestir.
    Atualmente, procuro vestir-me como “homem invisível”. Materiais naturais (algodão, seda, linho, lã, couro); molelos clássicos: paletó e calça escuros, camisa branca ou cores suaves; acessórios sóbrios: sapato mocassim, cinto, prendedor de gravata, gravata discreta, lenço na lapela, relógio clássico, anel discreto; barba feita, loção pós-barba, desodorante neutro, unhas e cabelos cortados, higiene oral e só. Nada de esageros, a atenção é focada no meu trabalho e não em mim.

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    • 23/01/2013 - 09:59
      Enviado por: Prof Portugues

      “Esagerado”? melhor aprender a escrever antes de se preocupar na maneira como se veste! seu Exagerado!

    • 19/08/2013 - 10:47
      Enviado por: Socrates

      Então, vestir-se bem está além de usar color blocking ou cores “sóbrias” ou whatever.. Moda é algo como cultura, você nasce, cresce e adquire, mais que isso na verdade.. É como um casamento, você se apaixona, se adapta e ama! Tendo-a como parte da sua personalidade ela vai se moldando em você e você vai se tornando mais crítico consigo mesmo, além disso, você só vai explorar sua beleza munido a aparatos que você antes não via graça.. e que hoje fazem toda a diferença. É claro que nem só de moda vive um homem, mas sim agregando ela a toda o resto, a tudo que você é e gosta, sem se importar com rótulos, críticas, etc. Afinal, você é o que você transmite e estará sempre seguro de si! :)

      “Esagero” é limitar-se!

  • 22/01/2013 - 15:19
    Enviado por: Luís

    Me poupe ! Este artigo reflete a superficialidade das relações atuais. Roupas limpas e em ordem, sim. Mas comprar marcas ? ! Que bobagem para compartilar com o mundo !!!

    luís

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    • 23/01/2013 - 09:43
      Enviado por: Trinity

      Concordo plenamente. Tantas pessoas passando fome, sem ter nenhuma roupa para vestir ou uma casa para morar. Crianças e adolescentes se drogando para esquecer das necessidades que passam nas ruas e da vontade de tomar apenas um banho gostoso. Realmente é triste ler textos tão vazios como esse. Tantos assuntos importantes que deveriam ser noticiados pelos jornais e vemos a preocupação com roupas de marca? Com certeza a roupa revela um pouco da personalidade da pessoa, mas ela não diz quem a pessoa é. O que realmente define uma pessoa é seu caráter, sua ética, sua moral. Atribuições que estão faltando no mundo…

  • 22/01/2013 - 15:30
    Enviado por: Josefino

    Comentário materialista e superficial, conheço inúmeras pessoas que não usam “marca” e são muito respeitadas. Direto ao ponto, quem precisa de roupa para ter o respeito do outro não tem em seu conteúdo algo que realmente interesse!

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    • 20/03/2014 - 17:22
      Enviado por: Saragy

      Vou citar um exemplo que nunca usava roupas lindas, chamativas ou de marcas nas apresentações que fazia para o mundo todo e nas suas reuniões com grandes corporações…Vocês ja sabem de quem eu estou falando né? Stive Jobs

  • 22/01/2013 - 15:31
    Enviado por: Paulo Henrique Barbosa

    Resumindo, “o que a moda realmente é” (ou faz)? “Mostra para as pessoas o seu valor social”. Eu já tinha percebido isso quando li Weber: a preocupação com a moda tem a ver com uma representação da sociedade (e das pessoas) como dividida(s) em castas. O mesmo serve para a etiqueta. Portanto, quando um membro da elite dá muita atenção para moda e etiqueta, ele está tentando, por vias simbólicas, reforçar a superioridade de seu grupo ou classe social. Quando, porém, o zelo pela moda ou pela etiqueta é de alguém que pertence às camadas populares, estamos diante de um complexo de inferioridade social e uma tentativa de ascensão via imitação da classe superior.

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  • 22/01/2013 - 15:50
    Enviado por: Odeio Bobagem

    Dizer que “quando você veste uma marca, todas as qualidades desta marca são atribuídas a você” , é um absurdo.
    A qualidade que atribuímos a uma pessoa é o reflexo do seu carater e não da marca da roupa que ela usa.
    Vejamos os exemplos de pessoas famosas , só usam roupas de marca, já a qualidade de algumas delas é questionavel.

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  • 22/01/2013 - 16:04
    Enviado por: Opa

    Vestir-se com roupas limpas e bem cuidadas, ok. Agora, marcas?

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  • 22/01/2013 - 16:06
    Enviado por: O Comentarista

    Hoje em dia .a embalagem vale mais que o conteudo.

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  • 22/01/2013 - 16:09
    Enviado por: eduardo

    Existem ocasioes e ocasioes. De fato, é superficilalidade total dar valor a marcaafinal qualidade e elegancia nao sao exclusividades de MARCAS. Quando a ocasiao exigir, é bom estar bem vestido. Estar “bem vestido” em ocasioes banais, para mim , gera uma imagem contraria, a pessoa ser superficial , insegura .

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  • 22/01/2013 - 16:14
    Enviado por: William Medeiros

    Será que estamos na era do “por fora bela viola e por dentro pão bolorento”?

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  • 22/01/2013 - 16:17
    Enviado por: Arnaldo

    Esse mundo está perdido mesmo. O cidadão vem em um dos maiores e melhores veículos de comunicação do país e diz que as pessoas julgam você pela forma como você se veste, que elas te tratam melhor quando usa roupas de marcas. Meu amigo analise melhor essas pessoas com quem você convive! Se vista corretamente de acordo com dada circunstância, mas de forma alguma você deve se importar com que as pessoas pensam da sua roupa, preocupe-se com seu carácter e profissionalismo.

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    • 22/01/2013 - 17:33
      Enviado por: Liana

      Uma coisa é não gostarmos de como as coisas funcionam em nosso mundo.Dar mais importância para a aparência das pessoas, p.ex., do que para seu caráter, ou cultura, etc. Outra coisa é você achar que ninguém dá valor para a aparência, que não somos julgados pela maneira como nos apresentamos em um grupo, que é besteira ocupar-se com esses assuntos. Quando negamos a importância da aparência, negamos o valor da linguagem não falada, não escrita, negamos o simbólico. Dizer que é bobagem vestir-se bem para ser respeitado é não aceitar o valor de uma coisinha chamada status. Infelizmente é nossa realidade. Quem entrar bem xexelento num banco, para pedir empréstimo, vai ter mais dificuldades do que se estiver bem vestido. Os golpistas sabem disso e usam essa ferramenta muito bem.

    • 27/01/2013 - 07:16
      Enviado por: Eliana B.

      A Liana falou que os golpistas se dão bem entrando chiques no banco.Agora todo golpista vai copiar e vão ser logo desmascarados.

  • 22/01/2013 - 16:25
    Enviado por: Lincoln

    É um comentário óbvio de quem trabalha onde ele diz trabalhar. Eta mundinho!!!!!!!!!

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  • 22/01/2013 - 16:30
    Enviado por: Marcelo

    Taí, vou fazer um teste e experimentar essa tese. Deixarei no armário minhas peças clássicas de boa confecção para usar umas fashionites de shopping. Aqueles que me tratarem melhor daí adiante, eu vou mandar chupar meia. Meia fashion, diga-se.

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    • 22/01/2013 - 17:36
      Enviado por: Liana

      Já antecipo o resultado: vc vai manda muita gente chupar meia! rsrsrsrsrsrs

  • 22/01/2013 - 16:32
    Enviado por: Rodrigo

    Concordo com o artigo em partes. Aonde trabalho as marcas representam voce, convivo com pessoas de elite. Eu usava roupas normais, nada de marcas, melhorei meu guarda roupa e comecei a me vestir melhor, optando por marcas melhores, e fui subindo aos poucos. E para minha surpresa mudou o tratamento com a minha pessoa, a forma como me olham, não sou mais invisivel, melhorou até a convivencia com o sexo feminino, que até então era mais um trabalhava ali. Infelizmente vivemos em um mundo que somos feitos de capas, marcas e afins. Mundo capitalista dos infernos….

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  • 22/01/2013 - 16:34
    Enviado por: Roberto

    Esse cidadão paga quanto para aparecer no portal do Estadão? Tem um tal de Bill Gates e um outro, Warren Buffet, que nunca deram a mínima para o que vestem. E chamam uma atenção. Poucas vezes li um texto tão superficial.

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    • 22/01/2013 - 16:41
      Enviado por: Daniel Fernandes

      Caro Roberto, você tem todo o direito de concordar ou discordar do post acima. Mas preciso fazer um esclarecimento em relação a parte que você sugere que publicamos matérias pagas. Por isso, abaixo, escrevo informações sobre a proposta do Blog do Empreendedor assim como uma pequena biografia dos empreendedores participantes. Um abraço e obrigado pela audiência.

      Daniel Fernandes, editor do Estadão PME

      A rotina de quem está à frente de uma pequena empresa, ou prestes a criar uma, é permeada de desafios práticos. Da concepção do negócio ao seu pleno funcionamento existe um longo caminho a ser trilhado. Por isso, compartilhar as dores e alegrias desse processo é a proposta de um novo canal do Estadão PME.

      Trata-se do Blog do Empreendedor, uma ferramenta que nasce com o objetivo de dividir experiências e tornar menos solitário o cotidiano do pequeno empresário. A proposta é abordar, a partir de dezembro, temas comuns para quem decide ser dono do próprio negócio.

      Para viabilizar o projeto, o blog contará com um time formado por quatro pequenos e médios empreendedores, além de um especialista no universo do empreendedorismo. Diariamente, a equipe pretende escrever sobre como de fato é percorrer o trajeto rumo ao sucesso, assim como o de se aventurar pelo universo do empreendedorismo de forma inovadora.

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      Dessa forma, as dúvidas, angústias, os erros e conquistas serão temas recorrentes abordados por gente que, como você, não encontra fórmulas prontas para criar estratégias e também resolver problemas.

      Assim como o leitor-empreendedor, nosso time de colunistas é composto por profissionais que também precisam, muitas vezes, contar com a intuição para tomar decisões que impactam não só o futuro da empresa, mas também a sua vida pessoal e de seus funcionários.

      Cada dia da semana, de segunda-feira à quinta-feira, um empresário postará sobre sua rotina de trabalho. Os colunistas serão Pedro Chiamulera, da ClearSale, empresa especializada em combater fraudes em compras na internet, Renato Steinberg, criador da rede social de moda Fashion.me, Juliana Motter, do ateliê Maria Brigadeiro, além de Adriane Silveira, responsável pela empresa Nanny Dog. Completa a equipe Marcelo Nakagawa, coordenador do Centro de Empreendedorismo mantido pelo Insper.

      No papel de analista, o professor reunirá os principais temas expostos no decorrer da semana pelos empresários e apontará, sempre na sexta-feira, quais ensinamentos podem ser depreendidos daqueles relatos. A equipe inicial de colaboradores também será renovada periodicamente. Com isso, o leitor poderá ter acesso a setores e segmentos distintos.

      “Ser empreendedor é ser um pouco como camicase. A gente fica perdido às vezes, não tem a quem perguntar o que fazer. A gente vai descobrindo e aprendendo no susto, com as surpresas e necessidades do negócio. Por isso, compartilhar essas histórias e um pouco da nossa rotina pode ajudar outras pessoas na mesma situação”, analisa Juliana Motter.

      Para Pedro Chiamulera, ser empresário é sinônimo de administrar problemas, o que não deve impedir o sonho de abrir uma empresa. “Temos muitas dificuldades, mas é bem emocionante empreender”, afirma.

      Quem vai participar:

      Segunda-feira: Pedro Chiamulera
      Fundador da ClearSale, empresa que combate fraudes na internet.

      Terça-feira: Renato Steinberg
      Ao lado do sócio, Flávio Pripas, ele criou o Fashion.me, primeira rede social de moda do mundo.

      Quarta-feira: Juliana Motter
      Ela criou um dos negócios mais originais do País atualmente, a loja Maria Brigadeiro.

      Quinta-feira: Adriane Silveira
      Ela começou faz pouco tempo a empreender. Mas a Nanny Dog ganhou espaço por conta do serviço de babá para cães que a empresária oferece aos interessados.

      Sexta-feira: Marcelo Nakagawa
      Ele atua como coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper. Ele será responsável pela análise dos assuntos mais comentados na semana pela equipe de empresários.

    • 23/01/2013 - 12:46
      Enviado por: Marcelo

      Caro Daniel Fernandes, não se trata de um comerciante ou outro profissional qualquer citando uma experiência pessoal no seu métier, e sim um “funcionário do Fashion.me”. Portanto, creio que a questão levantada pelo leitor Roberto tem fundamento. Aliás, navegando pelo site pude concluir que seu foco definitivamente não é o dressing code corporativo, nem do pequeno empresário ou do profissional autônomo; é um site frufru e fútil. Isto posto, não vejo credibilidade no Renato para me aconselhar em nada. Citei 3 ambientes ali e nos últimos 25 anos trabalhei neles todos. Afirmo que meus melhores clientes não se preocupam com a vestimenta, ao passo que meus maiores caloteiros devem ser assíduos do tal site. Contudo, veja só!, fui visitá-lo, não é mesmo? Caro Roberto, CQD.

  • 22/01/2013 - 16:37
    Enviado por: Priscila

    Interessante a parte que as pessoas que compram determinada roupa obtêm o glamour e sofisticação da marca. Obtêm ou têm a impressão que obtêm? Nada mais bre…. a do que uma Louis Vuitton e eu vejo tanta gente comprando e ostentando uma, como se com a bolsa fosse adquirir um status, ou refinamento. O Estadão está com reportagens tipo a do Terra. Subestimando nossa capacidade intelectual. Só rindo.

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    • 22/01/2013 - 16:44
      Enviado por: Daniel Fernandes

      Priscila, não acho que matérias deste tipo são superficiais. Acho o contrário, na verdade. Trata-se de uma discussão muito importante no ambiente dos negócios. Renato Steinberg emitiu a sua opinião sincera a respeito do assunto. Ele provavelmente viveu experiências desse tipo e, por isso mesmo, acho super pertinente ele se propor a dividi-lás conosco.

      Um abraço e obrigado pela audiência

      Daniel Fernandes, editor do Estadão PME

  • 22/01/2013 - 16:43
    Enviado por: Luiz Mussio

    Vivemos na sociedade de consumo e esse artigo tem apenas uma função, estimular nosso desejo de consumir ainda mais.

    Acredito que devemos buscar uma mudança nessa mentalidade, procurando encontrar nos outros qualidades que vão além da aparência…essa é a verdadeira “tendência” que deveriamos seguir.

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    • 22/01/2013 - 16:48
      Enviado por: Daniel Fernandes

      Caro Luiz, não acho que o artigo do Renato tem o objetivo de nos tornar mais ou menos consumistas. Tem o propósito apenas de estimular a discussão em torno do assunto. Acho, portanto, que ele cumpre um papel semelhante a que muitos especialistas em ciências humanas, que ocupam seu tempo em analisar o fenômeno do consumo atual. Não estou dizendo que trata-se de algo semelhante, não é isso, mas veja por exemplo o trabalho de Zygmunt Bauman, especialmente neste livro aqui: http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=5073157&sid=00185304315122603242093939

  • 22/01/2013 - 16:46
    Enviado por: Pedro Lucchini

    Ao acreditar mais no que se usa e deixar todas as suas qualidades e adjetivos a mercê de suas fantásticas marcas, faz-me crer que, a sapiência esta correndo risco. Não faz sentido comprar coisas caras e sua casa ter goteiras e infiltrações, seu filho estudar em escola pública, assinar atestado de pobreza para não pagar a segunda via do RG etc, são atitudes, ao meu ver, dignas de dó. O Brasil não intende que viver de aparência, não funcionou e não funcionara. Temos que parar de fingir ser, para ser realmente.

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  • 22/01/2013 - 16:59
    Enviado por: Ricardo

    Se fosse minha filha adolescente dizendo que para se vestir bem é necessário usar marca, eu tentaria, com toda a paciência e didática, convencê-la de que se vestir bem não é sinônimo de usar marca, mas sim de bom gosto e adequação do vestuário à situação. Algo básico. Mas vindo de uma pessoa que se julga consultor, melhor não perder tempo.

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  • 22/01/2013 - 17:01
    Enviado por: Zadig

    que papo furado desse cara, então basta um picareta vestir-se bem para ser julgado como um cara legal? eita que cabra futil

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    • 22/01/2013 - 17:09
      Enviado por: Daniel Fernandes

      Zadig, acho que cabe o mesmo comentário que eu já postei anteriormente

      Não acho que matérias deste tipo são superficiais. Acho o contrário, na verdade. Trata-se de uma discussão muito importante no ambiente dos negócios. Renato Steinberg emitiu a sua opinião sincera a respeito do assunto. Ele provavelmente viveu experiências desse tipo e, por isso mesmo, acho super pertinente ele se propor a dividi-lás conosco.

      Um abraço e obrigado pela audiência

      Daniel Fernandes, editor do Estadão PME

    • 27/01/2013 - 06:23
      Enviado por: Eliana B.

      De fato,julgar-se um profissional somente pela aparência,tipo “com que roupa se veste,a marca,o estilo,etc” é muita futilidade,antigamente quem fazia isto eram as comadres na calçada.Mas parece que hoje todo cristão quer ser moralista e critico de qualquer coisa…kkkkkkkkk

  • 22/01/2013 - 17:17
    Enviado por: marcos

    Concordo com o blogueiro: vestir-se bem é fundamental para se obeter sucesso nas relações sociais, sobretudo em questões relacionados ao mercado de trabalho. O mundo é assim, a sociedade é assim. É hipocrisia fingir que não é. O bloqueiro diz como as coisas funcionam neste mundo materialista, e não como deveria funcionar. Infelizmente, é a realidade…

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    • 27/01/2013 - 06:28
      Enviado por: Eliana B.

      Vestir-se bem não é tudo.Hoje,com tantas marcas em concorrência entre elas,vestir-se “bem” é sair com a roupa e o calçado que esta nas paginas das revistas de moda.Se não for,vão dizer que fulano é cafona,ultrapassado…E quem não pode arcar com tantos gastos no dia a dia,vai fazer como,se suicidar ? Ora,não sejamos tão exagerados.Ja basta uma mulherzinha do departamento de recursos humanos,na Bélgica,vir dizer que manda embora logo o candidato à vaga na empresa que tiver cabelo oleoso e mancha na pele.

    • 01/09/2013 - 08:14
      Enviado por: mauro flroindo nogueira

      nao me visto bem por opiniao mas o seu comentario e muito bom ,voce esta corretissimo

  • 22/01/2013 - 17:23
    Enviado por: Willian

    Isso prova o quanto o ser humano é fútil.
    sou da “old school” onde você era avaliado/julgado pelo seu carater e não pelas suas roupas ou seu carro.

    Que pena que o mundo não acabou em 21/12/12.

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    • 19/08/2013 - 12:28
      Enviado por: Nagib

      Ao contrário, William, já acabou sim. Só esqueceram de enterrar.

  • 22/01/2013 - 17:31
    Enviado por: Marcos Pellegrini

    falou o q qq pessoa antenada ja sabe

    isso se estende ao carro q veste, ao perfume q usa, ao seu relogio, se seu iphone é o 4s ou o 5, e assim vai

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  • 22/01/2013 - 17:42
    Enviado por: Helano

    Lógico. Vestir-se bem, principalmente no ambiente de trabalho, é fundamental. Todavia, não se pode esnobar nem desprezar o outro, que não pode adquirir roupas caras. Fundamental, sim, é a roupa ideal do ambiente, sem esquecer do comportamento educado, cordial.

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  • 22/01/2013 - 17:42
    Enviado por: julio

    Por favor, comentaristas, não espanquem a língua portuguesa e vamos nos vestir um pouco melhor. Chega de piriguetes com calças de cintura baixa e botas subindo até as coxas e homens com calças jeans que mais parecem sacos. Um pouco de elegância não vai fazer mal.

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  • 22/01/2013 - 17:50
    Enviado por: anderson

    Ele apenas está vendendo a marca dele.

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  • 22/01/2013 - 17:54
    Enviado por: Marina

    Francamente? A matéria é sim bastante pertinente! Eu lamento que ainda se perca tempo aqui, falando sobre caráter. Caráter não é um tipo de qualidade, não é mérito algum, é uma obrigação do cidadão de bem. E ignorar que a vestimenta, desde sempre, influencia sim o comportamento dos demais, é uma tolice. Não se está falando aqui, entendo, de consumismo. Nem do uso de uma marca como algo obrigatório. O que se colocou aqui foi um mero exemplo, uma regra geral, a ser adaptada caso a caso.

    Todos os dias nos deparamos, nas ruas, com pessoas as mais diversas, muitas delas na mendicância, maltrapilhas, mas de maneira alguma lhes perguntamos sobre o seu caráter.

    “Ah, esses moralistas… Não há nada que empeste mais do que um desinfetante”.

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    • 22/01/2013 - 18:22
      Enviado por: julio

      Legal.

    • 27/01/2013 - 07:24
      Enviado por: Eliana B.

      Marina, carater não é mérito nenhum ?Então empregue um mau carater pra você ver o que é bom…kkkkkkkkkkkkk
      Ah se todos os maus soubessem valorizar a aparência,né? Iam ficar bonzinhos de um dia pro outro….kkkkkkkk

  • 22/01/2013 - 21:32
    Enviado por: Brenda Ristory

    Vestir-se bem causa boa impressão realmente. Porém é uma visão totalmente consumista e superficial.

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  • 23/01/2013 - 08:40
    Enviado por: Paula Pina

    Gostando ou não do post, trata-se de uma grande verdade comprovada cientificamente. As pessoas em um primeiro momento te jugam pela aparência, e consequentemente pelo que se veste.
    Se vestir-se não fosse tão importante, andaríamos com sacos plasticos no corpo.
    Garanto que independente de onde cada um compre roupas, ninguem ao se arrumar para uma reunião se olha no espelho e fala: estou mal arrumado, vou sair assim!

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    • 27/01/2013 - 06:34
      Enviado por: Eliana B.

      No Brasil tupininquim (que me perdoem os indios) pensam que andar bem vestida,se for mulher,tem que chamar a atenção como uma arvore de natal.Ora,vestir-se bem é ser coerente com quem se é,se eu for uma criatura esportiva devo me vestir como tal.A coisa mais ridicula que acho é alguém querer aparentar o que não é.Não é toda mulher que pode ser lady,não é todo homem que pode ser gentleman.Principalmente se forem mal educados!

  • 23/01/2013 - 08:49
    Enviado por: marcos

    nossa que falta do que falar …
    falta de inspiração ou o quê ???

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  • 23/01/2013 - 08:57
    Enviado por: Louis

    Olha já estou com meia vida e com certa experiência pra dizer que, para a sociedade, infelizmente, o que importa é a forma que você se veste, sim. Você pode até achar superficial a idéia de se vestir bem pra ser bem tratado, mas lá fora é isso que manda, diretor. Da mesma forma te julgarão pelo teu carro, sobrenome etc. Porém, o ideal é que combinemos o lado externo com interno íntegro, profissional e sempre merecedor de respeito, mesmo que esteja de bermuda. Respeite a sí próprio e as pessoas o respeitarão.

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  • 23/01/2013 - 09:00
    Enviado por: Caio Caridade

    Puxa,

    Acho que a grande maioria dos comentários aqui publicados demonstra que seus autores nao entenderam o texto…

    Que bom que pessoas como a Marina. o Julio e a Paula Pina ainda me fazem crer que é possível o amadurecimento..

    Abs

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  • 23/01/2013 - 09:25
    Enviado por: Vanessa

    Sério mesmo que esse ‘artigo’ tá dizendo que quem tem que mudar pra agradar são as pessoas que se vestem do jeito que querem e não a sociedade que é hipócrita e podre e exige que as pessoas se vistam e ajam de uma maneira determinada e robotizada?

    SÉRIO, Estadão, SÉRIO?!

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  • 23/01/2013 - 09:26
    Enviado por: César Ávila

    Ridículo e sem conteúdo. Quer dizer que uma pessoa para estar bem vestido deve priorizar as marcas.. Patético!! Amigo bom gosto não é confecção exclusiva de Milão ou Paris.

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  • 23/01/2013 - 09:31
    Enviado por: Martim Afonso Xavier da Silveira

    Na verdade, o hábito não faz o monge. Mas ajuda tanto …

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  • 23/01/2013 - 09:38
    Enviado por: Viviane de Paula

    entendo que seja importante estar vestido de forma adequada para cada ocasião, mas estar com roupas de marcas??!! se as pessoas acham que isso é importante então elas são tão superficiais q nem vale a pena a minha presença

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  • 23/01/2013 - 09:43
    Enviado por: Viviane de Paula

    concordo q devemos estar vestidos de forma adequada a cada ocasião mas usar roupas de marca??? para causar uma boa impressão em uma reunião existem outros fatores que tem mto mais relevância do que esse artigo revela aqui, como saber se expressar bem e no momento certo e ter um comportamento adequado.

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  • 23/01/2013 - 09:50
    Enviado por: Luciano

    Vale a pena sim investir em boas roupas. O que importa no final das contas é fazer um bom trabalho, mas estar bem vestido faz muita diferença. Se a pessoa for bonita então, melhor ainda. Ser bonito e bem vestido, legal. Ser feio e mal vestido, ruim. A não ser que você seja muito rico, artista, desleixado ou vagabundo.

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    • 27/01/2013 - 07:27
      Enviado por: Eliana B.

      Que pobreza de espirito! Quer dizer que ser bonito leva vantagem na frente de um mais inteligente e melhor profissional ?Os valores invertidos.So no Brasil e na Bélgica,onde ja discriminam ha muito tempo pela aparência.E ainda querem que você pague pra trabalhar.

  • 23/01/2013 - 10:21
    Enviado por: Vanderlei

    Isto é prova de que as pessoas não sabem mais falar. Já vi muita gente levar nota “3″ quando entra na reunião (por causa da roupa), e sair levando nota “10″ depois de abrir a boca. Se a roupa é importante hoje, é por que as pessoas que estão na reunião só têm “abobrinhas” para falar. Triste.

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  • 23/01/2013 - 10:38
    Enviado por: Ritchard M Stier

    Por que ignorar a realidade, o mundo trata melhor quem se veste bem, quem é bonito e quem tem dinheiro. Ou alguém se ilude que se o Ronaldo fosse um gari ele conseguiria uma gata como a Daniela Cicarelli e tantas outras do currículo? E o Ronaldinho Gaúcho então com toda a beleza dele, será que se fosse varredor de rua ia catar um monte de gatas?

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    • 27/01/2013 - 07:28
      Enviado por: Eliana B.

      Nenhum dos dois é bonito mas sim super-profissionais.

  • 23/01/2013 - 10:39
    Enviado por: Maria José - VerBOffice línguas estrangeiras

    Chuva de comentários neste post! Pois é…este post revira o íntimo de nós…pois toca na auto estima, na identidade, na visão de mundo e sociedade.

    Não conheço o Renato pessoalmente, mas acho que ou ele ficou surpreso e aprendeu muito com os comentários ou então ele apenas certificou-se de que muitos pensam como ele pensava ou pensa….

    É difícil imaginar que o Renato, tão criativo, tenha ficado surpreso….mas é possível que isso tenha acontecido, pois somos humanos.

    Vou dar meu depoimento (e comentário) como participante do byMK, o antigo nome do fashion.me.:

    há uns 3 ou 4 anos atrás, eu li em uma matéria do jornal O Estado de São Paulo, sobre um site onde as pessoas montavam looks.

    Havia dois depoimentos ilustrativos na matéria e um deles era de uma professora de inglês, como eu. Pensei: que legal, acho que vou entrar, pode ser algo bom para meu ofício, quem sabe há mais pessoas alí da minha área e, assim podemos nos auxiliar….

    Entrei e logo me conectei com a professora em questão. Em pouco tempo, questão de um dia, percebi que a professora não atuava exatamente no mesmo segmento que o meu e não havia muita coisa que poderíamos compartilhar nesse quesito. Mas, como eu já “estava” assinante do site, fiquei.

    Ficando, fui ver o que eu poderia fazer ali dentro e acabei me conectando com outras pessoas, uma delas até se tornou minha “amiga virtual” e ela nem é professora de línguas.

    No site, ‘moda’ e ‘look’ estão intrinsecamente ligados, quer seja pelas propagandas, quer seja pelos comentários e páginas da maioria dos usuários.

    Contudo, não somente eu, mas algumas outras pessoas por alí, não atuamos nessa linha. Look e moda não são, para mim, exatamente a mesma coisa.

    Passei a criar looks aos domingos, quando estava em casa, em um período de vida em que ficava bastante só. Looks eram como cenas para mim. Meus looks todos estão lá ainda. Criei coisas para desafogar preocupações, outras coisas foram para ilustrar momentos de alegria ou tristeza, vários foram imagens mentais de desejos e em nenhum deles me preocupei com marcas famosas, a não ser um ou dois que fiz para concorrer em concursos..rsrs, mas não ganhei nenhum.

    Criar aqueles looks era uma terapia e eu misturava coisas, criei até look para “dia de faxina em casa”. Look e moda são coisas distintas e marca para mim, se eu gostar da proposta e qualidade, só serve quando não custa os olhos da cara. Vou ser sincera: acho hilário o que a maioria das marcas propõe como look e preço, é de rir para não chorar.

    Então, quando o Renato diz que “O seu ‘look’ reflete o seu estado de espirito, é um jeito de você expressar a sua individualidade e de mostrar para o mundo que você faz parte de uma tribo”, eu concordo em parte, pois o look pode mesmo mostrar seu estado de espírito, mas nem sempre isso acontece e quanto a “fazer parte de uma tribo”, isso acaba acontecendo, mesmo quando a gente não quer.

    Já quando o Renato diz “Ele mostra para as pessoas o seu valor social”, eu discordo, pois o seu valor social está atrelado a muitas outras coisas além do seu look, há muita coisa acontecendo quando as pessoas te vêem, falam com você, te conhecem ou ouviram falar de você. Valor social é um termo muito pesado e complexo para ser definição de look.

    E, por último, a fala do Renato “quando você veste uma marca, todas as qualidades desta marca são atribuídas a você”, isso não é verdade, nem passa perto de uma verdade.

    Uma colega pode usar uma dessas bolsas caríssimas de marca européia e você pode desenvolver um preconceito contra essa colega justamente por acha-la alguém muito superficial, que só pensa em marcas e gasta todo seu dinheiro em imagem quando, na verdade, ela ganhou a bolsa como presente, não gostou e acabou usando um dia apenas, por que não tinha outra coisa ao alcance. Seria justo sua colega ser alvo de preconceito?

    Em tempo: concordo muito comm o comentário de Paulo Henrique
    Barbosa.

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  • 23/01/2013 - 10:54
    Enviado por: paulo gomes

    Por favor, alguém avise o Bill Gates sobre essa questão, pois pelo visto ele está fora do figurino. Infelizmente não podemos mais avisar o Steve Jobs…camiseta e calça jeans. Aliás, como se vestem os estilistas conhecidos.
    A coisa não é tão simples assim, meu rapaz. Estar “bem vestido” depende de contexto, assim como qualquer outra linguagem, uma vez que vestimenta/moda é linguagem. Visite uma agência de publicidade e o STF. Quanta diferença !!!!

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  • 23/01/2013 - 11:23
    Enviado por: Leopoldo

    Parabéns pelo texto Sr. Steinberg. Deu vontade de comentar.

    Penso também que para ocasiões importantes higiene e boa aparência são essenciais, logo a vestimenta faz diferença.

    Quanto ao uso de marcas há talvez uma pequena controvérsia a ser considerada. A marca faz a diferença num ambiente ao qual ela é percebida, no caso do seu ramo de trabalho ela (a marca) é essencial.

    Mas quando o valor da marca que o indivíduo carrega não é percebido, qual seria a diferença entre “estar bem vestido” e “vestido com roupas de marca”? “Muita marca” poderia inclusive ser visto negativamente.

    Portanto, um adendo, o uso e o poder da marca que vestimos deve ajustado para o ambiente de trabalho que o indivíduo se encontra, como você escreveu: “se você precisar”.

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  • 23/01/2013 - 13:20
    Enviado por: adriana jordão

    Lamentáveis as palavras desse senhor…
    Quanta besteira e valores invertidos…
    Ele deve ser uma pessoa bem vazia…pelo menos de valores humanos verdadeiros!

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    • 23/01/2013 - 15:25
      Enviado por: Paula

      Meu Deus, Adriana! Você tem certeza de que leu direito o texto?

    • 23/01/2013 - 17:18
      Enviado por: Marina

      Não leu não, Paula. Como a maior parte dos comentaristas, aliás.

    • 26/01/2013 - 11:38
      Enviado por: Ailton

      …discutam a idéia não as opiniões sobre ela…

      Na minha opinião se esse é o jogo então vamos jogá-lo mas, antes vamos entender que isso não é uma realidade definitiva, precisamos considerar uma série de questões importantes (poder de compra da população, relação dessas pessoas com o trabalho etc.) é claro que para aqueles trabalhadores de maior visibilidade e exposição, esse jogo faz mais sentido que para outros.

      Concordo que sobre certo aspecto o texto é dispensável.

  • 23/01/2013 - 13:43
    Enviado por: DAN

    Simples assim:
    Si você for ao gerente do banko trajando algo bem simples, denotando ignorância total sobre o mundo da moda ou mesmo uma simplicidade normal, certamente o gerente não lhe liberar tal emprestimo porke saberá ke não mereces tanto a ponto do banco konfiar-lhe alguns valores.
    Mas, vá de terno e sapato da hora, e o gerente lhe emprestará até a mulher dele ou seja, o traje diz muito e não kusta nada si vestir bem, o ke falta são as pessoas deixarem de serem tio patinhas e abrir mais a karteira na hora das kompras.

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  • 23/01/2013 - 13:56
    Enviado por: Elton

    Concordo em partes com a matéria, nesse mundo podre, há diferentes classes sociais e cada pessoa tem que saber onde se encaixa. Pessoas com dinheiro suficiente para dar valor à marcas de roupas para se sentirem respeitados, são geralmente pobres por dentro e precisam disso para existirem no meio social em que convivem, há pessoas que tentam se integrar nas classes sociais das quais não fazem parte, que comprar uma roupa de marca uma vez por mes quando recebem salário e só, ridículo, e pessoas que não precisam se individar para terem respeito, já ví muito diretor de empresa usando C&A e são respeitadíssimos. O contexto da matéria faz um certo sentido, não em relação à marca, mas entendo que uma roupa limpa e adequada causa a mesma impressão, vivemos num mundo de aparências, então para determinadas situações, tenhamos sempre aquela roupa que gostamos mais(limpa, de preferência), aquele perfume legal(usar pouco) e postura adequada também, o que não foi citado no texto, o que na minha opinião, é tão importante, ou mais, do que estamos vestindo.

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  • 23/01/2013 - 14:51
    Enviado por: Luciano

    Caro Renato.

    Expressar opiniões sobre qualquer assunto para um público tão diverso é sempre muito complicado e difícil, porém você o fez nesta matéria de acordo com suas vivências e concepções o que demonstra muita coragem por se tratar do tema Tabu “status”. É claro que todo tipo de crítica haverá, mas por eu ser diretor de uma empresa de médio porte e por ter vindo de uma casse social inferior a qual pertenço hoje me julgo completamente apto a opinar e mesmo respeitando todas as opiniões contrarias, gostaria de te dizer que sua matéria está completamente coesa, por dois motivos. Primeiro porque seja de qualquer classe social um dos desejos mais cobiçados de quase todo ser humano é conseguir ter este tal status, que mesmo alguns não admitindo a psicologia já provou milhões de vezes que Status é o fator primordial para impulsionar o consumo, e esta característica de querer sempre ter e ser mais está implícita em todos nós, (graças a Deus, senão seriamos uns acomodados improdutivos) e o segundo motivo da assertividade da matéria é porque quando se vai bem arrumado a uma reunião ou ao trabalho, quer dizer que você é bem educado e respeita as pessoas com as quais você irá encontrar, pois ninguém quer ser atendido ou fazer negócios com pessoas maltrapilhas ou com roupas não condizentes com o que a ocasião exige. Parabéns pela ousadia!

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  • 23/01/2013 - 15:14
    Enviado por: Diego Andreasi

    Para os desinformados, por favor, pesquisem melhor antes de postarem suas opiniões em “achismos”.

    Concordo que o autor exagerou em alguns momentos, mas o Marketing Pessoal É SIM uma poderosa ferramenta de persuasão. Suas roupas INFLUENCIAM SIM a primeira impressão que uma pessoa tem sobre você, e se você tem pouco tempo para provar o contrário, como é o que acontece hoje na maioria dos casos, esse detalhe que poderia ser uma vantagem para você, torna-se um empecilho a mais em busca de algum acordo.

    Deixo um link de um artigo sobre o “Efeito Aura” para reflexão:

    http://jovemadministrador.com.br/2012/08/01/marketing_pessoal_efeitoaura/

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  • 23/01/2013 - 15:29
    Enviado por: Giovana

    Pessoas: Antonio Ermirio de Moraes, exemplo de cidadão e homem respeitadíssimo, por sua integridade moral, capacidade administrativa, etc, dizIa que só tinha 2 ternos, porque nao podia usar mais de uma roupa por vez. Você não é o que você tem e muito menos o que você veste.!!! VOCÊ Ë O QUE VOCÊ É !!!!!!

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    • 23/01/2013 - 17:09
      Enviado por: DAN

      Um exímio pão duro mal lava suas roupas !!

  • 23/01/2013 - 16:34
    Enviado por: Denílson

    Vestir-se bem não significa comprar roupas caras e de de marcas famosas. Porém, no mundo corporativo, estar bem vestido, bem cuidado (cabelo, unha, relógio, sapato) agrega uma boa impressão e respeito das pessoas. Claro que nada disso vale se a pessoa não for honesta e ter um bom caráter.

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    • 31/03/2013 - 14:26
      Enviado por: Josino Bernardes

      isto, sim, é um sinal de respeito à corporação as pessoas e a empresa, e a si próprio.

  • 23/01/2013 - 19:44
    Enviado por: Flavio

    Não custa nada ter um pouco de personalidade e ter um pouco mais de cuidado com a aparência, uma pessoa que tem estilo próprio vai sim se destacar no meio do monte de melancias, mas o que tenho percebido no dia a dia é que tem muito marmanjo que não entra em uma loja por conta própria faz tempo, prefere deixar a mulher escolher até as cuecas dele, aí ela passa o dia escolhendo roupas para ela e talvez meia-hora pegando uns trapos para o maridão, é muito facil perceber que faz isso.

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  • 23/01/2013 - 21:20
    Enviado por: R Martins

    Coisa de metrosexual…

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  • 23/01/2013 - 22:18
    Enviado por: Ricardo

    Podemos fazer a comparação com carros…experimenta chegar empurrando um fusca

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    • 24/01/2013 - 12:22
      Enviado por: DAN

      Seinão…
      Em Brasilia, muitos empresarios de São Paulo moram por aki, tem altas mansões, e pra disfarçarem e não serem rekonhecidos, andam de fuskinhas !!

  • 23/01/2013 - 22:20
    Enviado por: Mario Almeida

    A experiência pode ser válida, o texto é realmente pobre, não acho inválido o tema, é óbvio que no capitalismo o marketing pessoal é fator importante, se vestir como muitos disseram de acordo com a ocasião é por princípio um traquejo social que corrobora a polidez do indivíduo… O que na verdade me espanta é os posts de defesa feitos pelo editor do Estadão PME, frases como: “Não acho que matérias deste tipo são superficiais” escritas pelo Daniel não transmitem nada além de uma defesa de achismo, porém o espaço dos comentários é justamente para acolher feedbacks da audiência, não tem sentido rebater isso, há que se moderar ofensas, injurias etc mas jamais rebater, sobretudo em quesito de “gosto”… Daniel eu como empreendedor e um soldado da causa gostaria de tomar um café com você pra entender mais a proposta de vocês já que aliás sou assinante e leitor fiel do Estadão.

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    • 27/01/2013 - 06:17
      Enviado por: Eliana B.

      Eita puxa-saquismo,esta querendo alguma coisa em troca…kkkkkkkk

  • 23/01/2013 - 22:48
    Enviado por: emidio

    acredito que ele apenas quis dizer que para ocasiões especiais as pessoas devem se esmerar mais no seu visual.
    alem do mais , nao está em questão carater e honestidade no artigo.
    creio que omesmoquis resumir assim:
    caso vc tivesse que escolher profissionalmente ou para qualquer outro objetivo (namoro,amizade,etc) entre duas pessoas iguais nos seus valores e interiormente, uma a copia da outra, sendo que uma se apresenta mal vestida e a outra bem vestida….
    vc escolheria qual das duas???
    simples assim!!! sem polemicas.

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  • 24/01/2013 - 01:13
    Enviado por: Ricardo

    Chamem o gerente senior mendigo

    Apenas o Steve Jobs pode se dar ao luxo de colocar uma camiseta preta, calça jeans e tenis e falar para milhões.

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    • 27/01/2013 - 07:07
      Enviado por: Eliana B.

      Pelo que você fala até parece que é um luxo se vestir simplesmente.Uma contradição.

  • 24/01/2013 - 06:38
    Enviado por: Rodrigo

    Voce deve se vestir adequadamente para o cargo ou o ambiente o qual estara se entegrando, seja uma reuniao, ou um evento.
    Overdressed e aceitavel, porem Underdressed? Um evento Black Tie, e Black TIe e pronto, nao ha opcao, Porem, ja no caso de esporte ou esporte fino, ha muita confusao, sem contar que um terno azul-bebe, ou ROXO nao e consideradoi esporte fino, e sim MAL GOSTO MESMO.
    ja no caso de marcas, nao sao apenas marcas, envolvem qualidade e preco, isso mostra status social, futil ou nao, isso e FATO.

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    • 31/03/2013 - 12:58
      Enviado por: Josino Bernardes

      Não sei qual a tua idade, mas… azul bebê, e roxo, já foram cores de moda para ternos e outras vestimentas. Hoje todos usam ternos escuros… parece até velório generalizado.Camisa preta, era usada na época da 2° guerra mundial pelos adeptos de Mussolini.Não há mal gosto e dentro ou fora de moda… depende das tendências que são criadas, para tomar o dinheiro dos “Homens de Preto”

  • 24/01/2013 - 17:02
    Enviado por: Artur Alves

    É, como minha avó já dizia, a roupa faz o monge…

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  • 27/01/2013 - 06:14
    Enviado por: Eliana B.

    Desculpe discordar,mas nenhum dos gênios atuais,de Bill Gates ao Sergey Brin (fundador do Google) nunca se importaram com o que vestiam e fizeram o sucesso inimaginavel para nos,gente comum que se veste como quem vai para um desfile e na verdade esta indo encontrar uma turma de mediocres.Lembro que Steve Jobs,sempre de jeans e camiseta polo e tênis,nunca deixou de ser quem foi por causa da aparência dele.Pelo contrario,ele se destacava pela simplicidade com que se vestia,querendo dizer que o importante é o que se tem na cabeça! Depois veja a Camilla Parker-Bowles,casada com o principe Charles,de mau gosto da cabeça aos pés mas isso não a impede de estar nas melhores reuniões da corte.E a alemã Angela Merkel,que devia receber o troféu de “mulher mais mal vestida do mundo” não esta nem ai para o que dizem e vai em frente,cercada de aduladores.Então sua “teoria” de que andar bem vestido faz diferença esta torta e não reflete a opinião de todos.O importante é a pessoa saber qual é seu lugar e se impor.

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  • 27/01/2013 - 15:29
    Enviado por: Angelica

    O mercado da moda é um dos maiores motores da economia mundial. Como é o mercado de automóveis.
    Se apenas a funcionalidade da roupa ( cobrir o corpo) ou do carro ( se locomover) fossem importantes na sociedade, não haveria o infinito mercado mundial das grandes marcas de roupas, de automóveis bonitos etc.
    Quem diz que a sociedade não liga e não repara na aparência de um profissional está sendo hipócrita.
    Voce preferiria ser tratado por um médico bem vestido , arrumado, usando uma caneta e um relógio bons? Voce nao iria achar que ele é mais bem sucedido- portanto mais competente- que um que te atendesse de tênis e calça jeans desbeiçada?
    Que advogado você contrataria pra te defender numa causa: um em um terno bem cortado, ou um um terno brilhante e mal costurado de loja popular?
    Dizer que a aparência de um profissional não conta beira a ingenuidade.
    Se nao contasse, a moda sequer existiria, e estaríamos todos andando em carros velhos dos anos 80 (afinal, eles ainda andam, não?? qual o problema de serem velhos?)

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  • 27/01/2013 - 16:55
    Enviado por: Fabio Nogueira

    Esse argumento de que uma coisa de imensa futilidade, como moda, seja capaz de garantir seu sucesso profissional e social me faz lembrar as antigas propagandas de cigarro. “Um hollywood para o seu sucesso”.

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  • 27/01/2013 - 18:31
    Enviado por: Carmo

    Achei a maioria dos comentários aqui bastante hipócritas. O autor apenas descreveu uma realidade existente. Não andamos nus, pois se assim fosse, então as roupas não importariam. As roupas, assim como suas grifes, a moda como um todo são parte de um código social que existe sim, não adianta negar… Seus aspectos éticos, morais ou sociais são motivos para outro debate.

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  • 31/03/2013 - 12:00
    Enviado por: Euripedes de Castro Junior

    Modismos são exercícios de poder. O trajar não foge a essa regra. Vender e vender-se seguem as regras de prateleira do Mercado: visual e ponto físico nas gôndolas e ruas. A questão do look é muito bem entendida pelos garotos e garotas de programa: conhecem o traje, o jeito e modo de se apresentarem e representarem. “Pretty Woman” tratou bem esse tema de forma artística. Uma questão que me intriga é por que a costura fica no avesso da roupa machucando a pele só para parecer bonito para o outro. E por que se usam sapatos bonitos que machucam os pés de quem os usa? Vele a pena?

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  • 31/03/2013 - 12:50
    Enviado por: Josino Bernardes

    Eu penso exatamente como vc pensava, já fui muito vaidoso.Hoje presto muita atenção no que as pessoas tem a dizer, não me importando se ela está bem, ou mau vestida.É difícil para mim mudar o conceito que consegui, procurando essência, não aparência.
    Detesto admitir que vc está certo, pq, tudo hoje é virtual, compra-se até idéias se forem apresentadas por um modelo fotográfico, todos são impressionáveis com roupas de grife.Bom, pelo menos nós temos que criar um estilo, porque, nem sempre o que é moda… é bonito.Apesar que que sapatos, já usei bicudos, arredondados.Ternos, jaquetão e estilo duque com 1, 2, 3 botões, e com 1 ou duas aberturas atrás.Mais curtos, menos curtos… enfim… dane-se.

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  • 31/03/2013 - 15:45
    Enviado por: FERNANDO ZÉCA CORINTHIANO

    eu só me visto com roupas alusivas ao corinthians e me dou muito bem com a mulherada MESMO SENDO FEIO PRÁ BURRO.

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    • 19/08/2013 - 16:12
      Enviado por: Hal Po

      Zéca, você pegou bem a ideia. Cada um se veste conforme o ‘público alvo’ que deseja impressionar. Posso até imaginar o naipe da mulherada…

  • 29/05/2013 - 12:19
    Enviado por: Regina Marques

    Que falta do que fazer!

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  • 06/08/2013 - 13:30
    Enviado por: Guilherme Cruz

    O que o autor propõe e expressa, infelizmente é uma verdade e vai além, reflete a ascendente sociedade medíocre de um país de potêncial invejável, porém ultra subdesenvolvido como o nosso, onde valores invertidos, limitados fazem parte da construção do eu de tantos. Basta que olhemos para qualquer das classes sociais brasileiras para notarmos indícios de tal. O triste não é saber que somos parte dessa sociedade, mas sim a construção do futuro com pessoas que não compreendem o real sentido da vida, qual é o verdadeiro papel do ser humano, quais são os reais motivos de nascer, envelhecer, adoecer e morrer ou mesmo por que e pra que nasceram, qual o sentido dê minha existência como ser humano neste exato momento. São questões muito além, nem mesmo se quer são discutidas ou mesmo essa sociedade têm conhecimento.

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  • 18/08/2013 - 20:45
    Enviado por: Goytá

    Vamos separar duas coisas COMPLETAMENTE diferentes. Uma é vestir-se com apuro, capricho, usando roupas de *boa qualidade* e levando em conta também seu estilo pessoal. Isso é vestir-se com elegância e é até uma forma de demonstrar consideração para com quem se convive. Outra coisa MUITO DIFERENTE é usar roupas de griffe. As duas coisas não são sinônimas, e boa parte da reação negativa (muito justificada) ao artigo foi por ele tê-las tratado como tais. Roupas de griffe *tendem* a ser mais finas e a ter melhor qualidade e apuro, mas nem sempre, e nenhuma etiqueta cara e/ou famosa salvará uma pessoa sem gosto e sem estilo. O próprio Alexandre Herchcovitch pode ser visto incógnito fuçando os varejões do Brás ou comprando acessórios nas lojinhas da minúscula Rua do Seminário, no Centro (que têm coisas diferentíssimas e que ficam chiquérrimas nas mãos certas). E é muito, muito cafona ficar exibindo roupas com logotipos enormes da respectiva griffe. É coisa de, como diria Ibrahim Sued, “deslumbrados”.

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  • 19/08/2013 - 08:17
    Enviado por: Glauco

    Matéria chocante, mas absolutamente REAL! Vamos largar mão de discursinho “espiritualizado” e “desapegado”, tá? A MARCA e a ELEGÂNCIA mandam sim… Veja até pelas outras espécies animais… Uma fêmea de pássaro escolhe seus parceiros pela EXUBERÂNCIA e DESTAQUE na aparência… É mais sangrento que matéria policial? É sim, mas é a pura realidade… Tenho sentido isso na pele, infelizmente… Aparência pode não ser tudo, mas abre as portas; a falta dela as FECHA… Fato!

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  • 19/08/2013 - 12:30
    Enviado por: edgard

    Concordo em parte com o tema do blog. Acho sim que o mundo trata melhor quem se veste bem,( essa frase ja foi slogan de uma marca).
    Mas isso não vai servir de nada se o ” bem vestido” não for educado, inteligente. O primeiro encanta os olhos, o segundo o verdadeiro senso crítico.

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  • 19/08/2013 - 12:51
    Enviado por: Nagib

    Julgamento de quem julga o outro pela marca que veste não merece crédito. Ser “bem avaliado” por pessoas assim nada significa.

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  • 19/08/2013 - 16:09
    Enviado por: Hal Po

    As pessoas têm uma primeira impressão do indivíduo conforme sua postura, educação, clareza de idéias e, também, pela vestimenta, pela roupa que usa. Agora, convenhamos, penso que sobriedade tem mais valor que pompa. O sujeito não precisa vestir um terno da BOSS de R$ 3.000,00 para se sentir tão bem quisto quanto aquele que usa um TNG de R$ 250,00. Questão de bom senso.

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  • 19/08/2013 - 17:37
    Enviado por: Vania

    Vestir-se com roupas de marca é importante SE VC NÃO É COMPETENTE O SUFICIENTE para se fazer notar pelo seu trabalho…e se vestir bem não é sinônimo de pagar pela etiqueta. Se vc fizer seu trabalho MUITO bem feito e se tornar importante por isso pode apostar que todos farão vista grossa se suas roupas forem simples – contanto que estejam sempre limpas e em ordem.

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  • 19/08/2013 - 17:51
    Enviado por: Nelson Fonseca

    Vc estava errado e continua! Prisioneiro de juízos.

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  • 14/01/2014 - 14:44
    Enviado por: Alexandre

    Assunto totalmente irrelevante com o proposito do Blog mensagem fútil, a anos melhorei meu conteúdo e deixei de usar terno e gravata em reuniões e não me arrependo.

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  • 14/01/2014 - 18:25
    Enviado por: Jorge Zakzuk

    Pode parecer um comentario muito frio, mas e real. E em grande verdade nos somos um conjunto, apresentamos algo, praticamos algo e “nos apresentamos bem” , sob pena de estarmos desviando o foco para o sentido negativo. Em meu caso particular, a indumentaria, tambem me da mais seguranca no desenvolvimento dos negocios.

    Jorge

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  • 14/01/2014 - 22:33
    Enviado por: Mauro C

    muita babaquice em tão pouco espaço…

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  • 20/03/2014 - 13:00
    Enviado por: Jefferson

    Associar marca de roupa com respeito das outras pessoas, pra mim foi uma postagem muito infeliz. Como disse um amigo nos comentários, me visto como homem invisível. Como trabalho com aulas particulares, uso calça jeans e camiseta sem estampa, geralmente da Hering. Estou muito bem vestido e discreto, e meu trabalho me faz ter o respeito das pessoas. E quando tenho algum evento, calça jeans e camisa social, mas não preciso pagar caro nas camisas para fazer propaganda de uma marca.

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  • 20/03/2014 - 16:13
    Enviado por: Roberto Amaral

    Eu li essa matéria no agora há pouco e continuo impressionado em como as pessoas ainda são fúteis nesse aspecto de moda, ou seja, para mostrar status e ser respeitado eu preciso me adaptar ao que a moda dita??? Fala sério que papo besta. Fico imaginando como seria o falecido Steve Jobs se apresentando ao público de terno e gravata e apresentando o iPhone ou coisa parecida… ahhhhhhh. Essa visão de moda me enoja.

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