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É duro quando simplesmente nunca ouviram falar da sua marca

15 de abril de 2015

Leo Spigariol (à direita) escreve toda quarta-feira no Blog do Empreendedor

Por incrível que pareça, muitas pessoas em Santa Cruz do Rio Pardo, cidade onde estamos situados, não conhecem e nunca ouviram falar em DE CABRÓN. Para nós que vivemos a marca diariamente pode soar surpreendente.

Mas será uma surpresa? Já estamos quase três anos na estrada ganhando espaço no mercado, respeito de muitos chefs de renome e a relevância na vida das pessoas. Mas é feito aqui? Não é importado? Esse tem sido o feedback nas conversas informais quando procuramos nos aprofundar um pouco mais sobre o tema.

E isso acontece de forma constante.

Sempre acreditei que era uma grande oportunidade fazer um produto de alta qualidade e valor agregado em uma pequena cidade, mas não imaginava que fosse me deparar com tal fato. E onde estamos errando? O que nos falta? E a reposta é: anunciar. E ao contrário que muitos entusiastas, visionários e profetas da comunicação ditam, a mídia tracional, como jornais, revistas e rádios conseguem ter uma ótima relevância e aderência com os consumidores, sobretudo em cidades menores onde os canais são mais acessíveis. Foi ai que de forma brilhante, a agência Africa/RJ entrou em cena.

Nosso hermano Álvaro Rodrigues e sua equipe conseguiram de forma genial, um spot de rádio que com certeza vai fazer um barulho e levar DE CABRÓN para memória das pessoas. De primeira e na mosca! E hoje está indo ao ar na rádio com maior audiência por aqui. Depois conto para vocês o resultado disso e como foi esses 15 segundos de fama.

Confira abaixo o spot de rádio:

SPOT_CABRON

Ele chegou a varrer as ruas para viver…quem é o criador do WhatsApp, o negócio mais comentado no Brasil

26 de fevereiro de 2015


A decisão de um juiz em Teresina, que determinou que o acesso ao aplicativo WhatsApp seja suspenso, recolocou o aplicativo no centro das discussões – virtuais ou não – em todo o País. E em certa medida, esse debate e a própria decisão judicial demonstram ser indicativos claros e inequívocos d o estrondoso sucesso do negócio criado por Jan Koum e vendido recentemente pelo Facebook por bilhões e bilhões de dólares.

Mais curiosa do que a decisão do juiz brasileiro, entretanto, é a vida do empreendedor por trás da ideia. Reservado e com cara de mau, separamos alguns pontos da trajetória de Jan que talvez você não sabia exatamente.

1) Jan criou o WhatsApp a partir de uma necessidade pessoal. Ele não tinha dinheiro para se comunicar com o pai, que estava na Ucrânia – Jan deixou o leste europeu com a mãe ruma aos Estados Unidos.

2) Ele tem extremo cuidado com a privacidade do app. Isso, provavelmente, tem a ver com as frequentes quebras de sigilo nas comunicações dos cidadãos ucranianos, algo frequentemente relato pela mídia internacional.

3) Pode-se dizer que ele é avesso à publicidade. Um tempo atrás, ele tuitou uma frase famosa do filme Clube da Luta sobre o tema. ‘A publicidade nos faz querer comprar carros e roupas. A trabalhar em empregos que odiamos para comprar o que não precisamos.’

4) Ele tem 39 anos. E uma fortuna que se aproxima dos US$ 7 bilhões.

5) Antes de trabalhar no Yahoo, empresa que ele deixou para fundar o WhatsApp, Jan Koum chegou a literalmente varrer o chão para sobreviver nos Estados Unidos.

Daniel Fernandes é editor do Estadão PME

Por que Jobs era tão cruel com os funcionários da Apple?

18 de fevereiro de 2015

Steve Jobs ficou conhecido por sua capacidade (enorme) de criar produtos absolutamente fantásticos, muitos deles inovadores a ponto de ‘obrigarem’ o usuário a transformar a sua maneira de escutar música (iPod) ou acessar a internet (iPhone). Mas Jobs era igualmente conhecido – principalmente nos corredores da Apple – por seu jeito pouco amistoso, para dizer o mínimo, de lidar com suas equipes de trabalho.

Relatos sobre o comportamento do líder da Apple brotam na internet. E uma pesquisa rápida traz muitas dessas situações que se tornaram, para o desespero de alguns, em rotina. Uma resposta para esse comportamento de Jobs, entretanto, acaba de surgir com a recente entrevista concedida por Jonathan Ive à revista norte-americana The New Yorker.

Para quem não conhece, Jony Ive é vice-presidente sênior de design da Apple e assumiu papel fundamental na condução da companhia após a morte de Jobs, de quem era amigo próximo.

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Jobs não seria contratado por 90% das empresas hoje
A relação de Steve Jobs com o suco de cenoura
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2014 foi o ano em que lembramos de Jobs

Essa proximidade talvez tenha concedido a Ive o privilégio de receber uma das respostas mais sinceras a respeito do que motivava Jobs a ser tão direto com os funcionários da Apple. De acordo com a reportagem, Ive certa vez questionou Jobs a respeito desse comportamento ao notar colegas arrasados com os ‘feedbacks’ nada gentis do chefe.

A resposta de Jobs a Ive foi mais ou menos essa: ‘Por que você iria ser vago’. O argumento de Jobs era que ser ambíguo nessas respostas era uma forma de egoísmo. E ele continuou: ‘Você não se importa como eles se sentem. (quando é ambíguo) você está sendo vaidoso, você quer que eles gostem de você’

A resposta de Jobs foi simples, mas absolutamente complexa e que revela um traço muito marcante de sua personalidade. Mas você, como você conduz esse tipo de relação na sua pequena empresa. Conte para nós nos! comentários.

Daniel Fernandes é editor do Estadão PME

Ainda sobre o Cronut: seu produto faz sucesso a ponto de você definir como ele será consumido?

21 de janeiro de 2015

O Cronut, doce que pode ser definido como um híbrido entre croissant e donut, faz um enorme sucesso em Nova York – a ponto dos consumidores fazerem filas às 5h30 da manhã para esperar por n ovas fornadas do produto na padaria mantida pelo renomado chef Dominique Ansel.

Na última terça-feira, os irmãos Bruno e Juliano Mendes escrevem sobre o doce – e a fila – no Blog do Empreendedor. O que despertou ainda mais a curiosidade dos leitores a respeito da possibilidade de encontrar o Cronut em São Paulo. Pois é, vai ser difícil. Não achamos nenhum indício da venda do produto em São Paulo.

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A única pista aparente, que seguimos, era a de que o Empório Santa Maria vendia o doce. Fomos perguntar a eles e a resposta é que a produção existiu, sim, de forma sazonal e que ela não existe mais.

Portanto, se você quiser experimentar o doce, provavelmente terá de ir para Nova York como a simpática moça que abordou nossos blogueiros.

Fica também a pergunta: há uma legitima oportunidade de negócios para quem pensa em empreender com o doce no Brasil? Por que ao invés de vender brigadeiros, quindins e outros doces, ninguém ainda pensou em Cronut. Como resposta, outras duas perguntas:

1) Será que tem a ver com a dificuldade de reproduzir o doce com o mínimo da qualidade da receita original?

2) Será que o fato de que o nome – Cronut – ser uma marca registrada do chef de Nova York impede alguma coisa?

Regras são regras
Enquanto não surgem concorrentes, ou outros doces do momento, é curioso verificar o que um produto de sucesso é capaz de fazer. Além das regras fixadas na porta da padaria (onde está escrito que a fila pode começar às 5h30), há outras explicitas no site da empresa sobre como consumir o produto. E elas reforçam o fenômeno do produto nos Estados Unidos. Separei as mais curiosas.

‘Por favor, coma o Cronut imediatamente pois ele tem uma vida útil pequena

Se você for cortar o doce, por favor, use uma faca com dentes para não esmagar as camadas do doce

Nunca guarde os doces na geladeira pois a umidade pode deixá-lo enxarcado

Como o Cronut é feito com creme, não recomendamos esquentá-lo ou servi-lo quente

O que será que o Raio Gourmetizador tem a dizer sobre isso?

Daniel Fernands é editor do Estadão PME

O tênis do filme De Volta para o Futuro II só poderia surgir na empresa do ex-sacoleiro

8 de janeiro de 2015

A notícia repercutiu muito desde ontem, quando Tinker Hatfield, executivo da Nike, confirmou que a multinacional norte-americana vai mesmo produzir o tênis usado pelo personagem Marty McFly (Michael J. Fox) no blockbuster De Volta para o Futuro II. A novidade deve ganhar as lojas até o fim de 2015.

Pode ser apenas uma jogada de marketing. A Nike sabe, como poucas, trabalhar sua marca perante o consumidor. E a empresa não perderia a oportunidade de surfar na crista da onda do filme, que voltou a ser muito discutido pois se passa, justamente, em 2015.

Desde o fim do ano passado não foram poucos os que trataram de comparar as novidades apresentadas pelo filme, ainda na década de 1980, com a nossa vida cotidiana. Os carros não voam, as jaquetas dos personagens não secam automaticamente, mas o skate voador já existe…

E o tênis?

Bem, do tênis a Nike se encarregou, como percebemos desde a última quarta-feira, dia 7.

Mas também há muita inovação por trás do tênis do futuro anunciado pela Nike para este ano. Há o registro da patente, nos Estados Unidos, sobre como funcionaria o calçado – detalhes foram relevados no site Nice Kicks.

Inovação e marketing, aliás, são duas das principais características da empresa fundada por Phil Knight, que descobriu a vocação para ser empreendedor ainda em 1962, durante uma aula em Stanford. Intrigado com os tênis esportivos japoneses, que na época faziam muito sucesso, Knight pegou um avião e foi para o Japão. Voltou com 200 pares de tênis de corrida e vendeu todos rapidamente. Se fosse hoje, seria chamado de sacoleiro.

Não importava. Haviam começando um negócio original e para fazê-lo crescer contrataram Jeff Johnson, vendedor em tempo integral que achou o nome da empresa – Blue Ribbon (Faixa Azul) inadequado. Juntos, Knight e Johnson mudariam o nome para Nike – que remetia a deusa grega da vitória. O restante da história, bem ou mal, você já conhece.

Na Nike, novidade e marketing sempre andaram (muito) juntos.

Daniel Fernandes é editor do Estadão PME

 

 

Cinco coisas que você talvez não saiba sobre Mark Zuckerberg

5 de dezembro de 2014

Quando um empreendedor conquista o que Mark Zuckerberg conquistou antes de completar 30 anos, é difícil que algum ponto da sua vida não tenha sido vasculhado e exposto – por ele mesmo, pela mídia ou por amigos/conhecidos. Mas há alguns pontos interessantes da trajetória do criador do Facebook que vale a pena reunir, no caso, neste post, e testar o conhecimento dos nossos leitores.

Você sabia que…

1) O criador do Facebook é maluco por Star Wars e que o seu Bar Mizvah teve o tema da saga de ficção científica. Curioso, afinal, a celebração marca a passagem do jovem, aos 13 anos, para a maioridade religiosa. É nessa data que o jovem, pela primeira vez, coloca os Tefilin e é chamado para ler na Torá.

2) Um pouco antes, entre os dez e os onze anos, Zuckerberg criou um programa para conectar o computador da casa onde vivia com a máquina usada pelo pai no trabalho. Você pode até saber disso, mas sabe como se chamava o programa? ZuckNet.

3) Muitos podem dizer que esportes não combinam com os garotos mais inteligentes da escola. Não no caso do criador do Facebook, que era inclusive capitão do time de esgrima.  Mas se conseguia praticar esportes com autoridade, era também bom com idiomas e aprendeu grego, latim e hebraico.

4) Logo depois de deixar Harvard e se mudar para o Vale do Silício, recebeu uma oferta interessante da MTV norte-americana: a empresa ofereceu US$ 75 milhões pelo Facebook. Mark simplesmente declinou.

5) Antes do Facebook realmente explodir, Mark começou uma nova startup chamada Wirehog e, durante algum tempo, hesitou entre esse novo negócio e o Facebook…

…todos sabem qual foi a sua decisão.

E aí, quantos desses fatos você sabia? Comente na resposta!

Daniel Fernandes é editor do Estadão PME e gosta muito de um site sobre empreendedorismo chamado Funders And Founders.

Yes, You Can! Para quem pensa em empreender nos Estados Unidos

5 de dezembro de 2014

Marcelo Nakagawa é professor do Insper

Se responder sim às duas próximas questões, continue lendo o texto.

Você tem uma grande habilidade em negócios, ciências, artes, educação ou esportes?

Pode demonstrar algum tipo reconhecimento nacional ou internacional desta habilidade?

Se respondeu não em alguma questão acima, continue lendo o texto.

Meu amigo tinha se formado em computação em uma boa faculdade e depois fez uma pós-graduação em outra escola particular, ambas no Brasil. Começou a trabalhar com gestor de projetos em uma corretora, virou gerente de TI e daí, passou a liderar a área. Cansado da vida de funcionário, decidiu arriscar-se como empreendedor. Ralou durante dois anos, mas depois conseguiu um investidor e o negócio decolou. Vendeu a empresa e decidiu arriscar-se em um sonho antigo: Empreender no Vale do Silício.

Entre um bate-papo e outro descobriu que havia uma categoria de visto chamada O-1A para pessoas com as tais habilidades extraordinárias em negócios, ciências, artes, educação ou esportes. Mas o que era alguém com tais habilidades? Descobriu que até poderia ser alguém “quase prêmio Nobel”, mas ele, com os anos de experiência na área de tecnologia, também se enquadrava. Assim, juntou algumas cartas de recomendação de empresas e pessoas que o conheciam (eu inclusive) e respondeu sim para as duas perguntas do início deste texto e para esta:

Are you coming to the United States to work in your area of extraordinary ability?

E, em questão de dias, obteve seu O-1A. Está feliz da vida. Já tem sua empresa montada e vai com esposa e filho morar em San Francisco.

Outro amigo foi para Boston, fazer parte do seu doutorado lá. Seu orientador ficou tão interessado na sua tese de doutorado que propôs que juntos criassem uma startup. Já no primeiro ano de atividade, recebeu um aporte de US$ 1 milhão mesmo sem ter lançado um produto no mercado. No ano seguinte, recebeu outro aporte de US$ 2 milhões e este ano, mais US$ 7 milhões.

Mesmo ainda sendo uma startup, hoje sua produção está sendo feita na China, os testes clínicos na Índia e parte da pesquisa e desenvolvimento no MIT. Se estivesse no Brasil, este amigo ainda estaria prestando contas da sua bolsa de doutorado para alguma entidade de fomento e sua tese, pegando poeira em alguma biblioteca. O único que teria ganho dinheiro com isso seria a empresa de fotocópia e encadernação.

Muitos brasileiros poderiam chamar estes dois amigos de exceções. E de fato são… para a realidade brasileira. Mas há anos, russos, israelenses, indianos e agora chineses têm imigrado para os Estados Unidos para empreender devido às suas “habilidades extraordinárias”.

E nem por isso, deixam de ser russos, israelenses, indianos ou chineses.
Mas quem tem o visto O-1A continua sonhando com o Green Card. Quando menciono isto, meu amigo de Boston, que já tem o seu, me corta e diz: “Que país no mundo não ia querer alguém com habilidades extraordinárias?”
Quanto ao meu amigo de San Francisco, se tudo der errado, ele terá vivido em uma região incrível, seu filho será fluente em inglês e pode voltar ao seu país com suas habilidades extraordinárias, agora em nível internacional.

 

Como a série Star Wars pode lhe ensinar a ser um empreendedor melhor

20 de novembro de 2014

Semanas atrás estava eu navegando pela internet e procurando notícias, artigos e materiais que pudessem me trazer alguma informação, que gerasse alguma reflexão ou qualquer coisa do gênero. Essa atividade pode parecer ‘perda’ de tempo, mas não é.

Muitas vezes ideias surgem quando estamos fora da nossa atribulada rotina. Me deparei com um artigo (em inglês) muito interessante que fala de como o autor aprendeu sobre produtividade com o filme. Como ele aprendeu a ‘ser melhor’ absorvendo lições (são sete no artigo) desse clássico e religioso (sim, Jedi é considerada uma religião em alguns países) filme.

Vou aqui compartilhar com vocês, pois algumas fazem muito sentido:

1) Relaxe quando você não pode fazer nada: tem uma cena no Episódio I – A Ameaça Fantasma, quando o Jedi Qui-Gon Jinn e o vilão Darth Maul estão lutando e no meio da batalha uma porta se fecha e separa a briga dos dois. Veja aqui o trecho. Como eles estão impossibilitados de continuar a briga, o Jedi simplesmente para e se ajoelha, como se estivesse meditando. Enquanto o vilão, ansioso, fica andando de um lado para o outro.

No nosso dia a dia, muitas vezes, nos deparamos com essa ansiedade de fazer algo rápido ou concluir algo, ficando estressados, esperando a porta abrir. Mas é imprescindível simplesmente parar e descansar e não fazer nada quando não há necessidade.

2) Livre-se de coisas que não precisa: Obi Wan vive uma vida simples em seus 40 anos de exílio. Yoda (o mestre Jedi) vive em uma cabana simples depois de perder a batalha para o Império. Ambos ainda conseguiam rir, divertir-se, ficaram saudáveis e conseguiram treinar a próxima geração de Jedis. Eles não precisavam de mais nada, sim é uma ficção, mas quantas coisas não estamos carregando de que não precisamos? E emocionalmente? Aproveite que é fim de ano e faça uma faxina nos seus processos, ‘definições’, vida etc.

3) Pratique o bem: ser bondoso, ter compaixão, praticar o bem…é preciso prática. É muito fácil ir para ‘o lado negro da força’, muitas pessoas só se preocupam com elas mesmas, passam por cima de outras, fazem tudo para que seus empregos e empresas sejam um sucesso, podem praticar pequenos atos de corrupção e se justificarem.

Imagine que se leva 10 mil horas para se tornar mestre em algo. Infelizmente, muitas pessoas podem passar 10 mil horas  sendo estúpidas com outras. Se nas nossas 10 mil horas colocarmos pequenos atos de bondade, compaixão e honestidade o universo vai devolver, acredite. Esse é o banco onde o retorno é infinitamente superior ao investimento =)

4) Priorize sua saúde: em todos os filmes de Star Wars nunca vi um Jedi fora de forma. Com certeza existe uma parte espiritual que ajuda isso (lembra do post da meditação? Não, então clique aqui. Saúde pode não ser tão importante, mas doença é. Doenças afetam a gente não só fisicamente, mas mentalmente, emocionalmente e (acredite ou não) espiritualmente. Afinal, quem consegue gerir o próprio negócio tendo problemas de saúde? Como você consegue ter foco estando em depressão? Meu professor de comportamento do consumidor um dia me disse, “caixão não tem gaveta”. Pois é, simples assim.

5) Cerque-se de outros Jedis: Quando Anakin Skywalker começa a conviver com Darth Sidious (do mal), ele também se torna mal. Veja trecho do filme aqui. Quando você está cercado de pessoas que ‘roubam’ sua energia, fica mais difícil manter-se do lado ‘bom da força’, cerque-se de pessoas que são positivas, honestas, éticas etc. Existe uma frase famosa que diz, ‘Você é a média das 5 pessoas que você mais passa tempo junto”.

6) Abra sua mente: Essa é diferença entre Luke Skywalker e Han Solo. O primeiro está sempre querendo acreditar, se mantém aberto. Se você se encontrar pensando que “Isso é definitivamente desse jeito”, esteja aberto para olhar de uma outra perspectiva. Impasses, barreiras, são somente formas da mente praticar essa abertura. Coloque-se no lugar das outras pessoas e procure entender por que elas pensam da forma que pensam.

7) Acredite que a vida é um ciclo: Luke tem que ver Obi Wan morrer. Han Solo tem que ser capturado por caçadores de recompensa. Anakin tem que ser recrutado quando criança. Qui-Gon tem que morrer. Yoda tem que se exilar. Coisas ruins acontecem. Coisas ruins acontecem em ciclos, mas coisas boas também! Confie que a bondade que você está doando trará retorno. O famoso “a gente colhe o que planta”.

Que a força esteja com você.
Um abraço, Rafael

O segredo é pensar cada produto como a Capela Sistina

5 de novembro de 2014

Leo Spigariol escreve toda quarta-feira

Inovar no velho oeste não é tarefa fácil. Sobretudo quando você resolve inovar dependendo de fornecedores específicos. É um trabalho árduo e diário na busca por matérias-primas de qualidade e que estejam a altura da qualidade do produto.

Meu sócio, o Marcelo Prado Filho, é o responsável pelo desenvolvimento de produtos em nossa fábrica. E oitenta porcento de seu tempo são gastos em pesquisas e técnicas para melhorar as matérias-primas fornecidas por parceiros. Isso mesmo, oitenta porcento do tempo!!!!

Nos outros vinte por cento, ele passa analisando e testando formas de melhorar os processos internos. E é por isso que lançar um novo produto muitas vezes demora uma dúzia de meses. E, para mim, o que acho mais interessante de tudo isso, e válido compartilhar com vocês nessa história toda, é a beleza, a complexidade e a obsessão no processo criativo para o desenvolvimento de novos sabores.

Por ser formado em artes plásticas – isso mesmo, artes plásticas – Marcelo usa e abusa da metodologia que aprendeu em sua faculdade, buscando referências históricas culturais para rechear um novo produto com significados peculiares e desconhecidos pelo público brasileiro.

Você acha que é simplesmente misturar alguns ingredientes da moda e pronto? Grande engano. Referências históricas é só início de um grande processo que se desdobra em etapas tão importantes quanto uma análise sensorial. Em seus relatórios, informações com referências visual, texturas e sensações são algumas das informações que ele nos disponibiliza para o departamento de marketing e design da agência criar as estratégias. É uma pena que esses documentos são guardados a sete chaves, porque em cada um deles você vive uma grande viagem pelo conhecimento humano. Ou uma pequena parcela significativa dele.

E você em sua empresa? Até que ponto se aprofunda em conceitos quando desenvolve algo para seus consumidores?

Por aqui, cada molho é pensando como uma Capela Sistina.

 

Câmara francesa pode ajudar pequeno empreendedor brasileiro

23 de outubro de 2014

Desembarca no Brasil, no próximo dia 30, a Câmara de Comércio e Indústria da Região Paris Île-de-France. Instituição pública, a entidade congrega 844 mil empresas que juntas respondem por 31% do PIB francês. Na prática, a chegada da câmara pode ajudar pequenos empreendedores interessados em oportunidades de venda de seus produtos no país europeu.

Em comunicado à imprensa, Benjamin Quicq, representante da organização pública no País, disse que espera “realizar 40 acompanhamentos de empresas por ano no Brasil”. De acordo com o executivo, durante a fase de implementação foram “alcançadas 20 missões”.

Ainda segundo Quicq, a câmara vem considerando atuar no País há tempos. “As oportunidades oferecidas pelo mercado e as empresas brasileiras são particularmente conducentes ao fortalecimento dos laços entre as nossas comunidades empresariais”, concluiu.