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Blog do Empreendedor
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Você pode até se livrar do vírus, mas jamais vai deixar o Facebook

9 de junho de 2015

Sabe quando você tem certeza que está absolutamente no caminho certo, que está sem dúvida nenhuma ‘nadando de braçada’ em um mercado (qualquer um)?

Você sabe quando, por incrível que pareça, surge um problema que parece ser o fim do mundo para muita, mas muita gente mesmo.

A teoria – e basta frequentar qualquer curso de MBA – indica que hoje as empresas tem de construir marcas, lançar produtos, que conquistem o coração do consumidor. Na economia moderna, em que todos competem com todos por qualquer espaço, ser revelante é o que importa.

Você sabe isso de diversas maneiras, mas sabe também (e principalmente?) quando consumidores ficam absolutamente assustados quando alguma coisa dá errado. E foi exatamente o que aconteceu com o Facebook no Brasil na última segunda-feira, dia 9.

No começo do dia pessoas começaram a marcar outras pessoas em uma postagem com título (e link!!!) instigante (no caso atual, com a sugestão de conteúdo erótico). Basta clicar para o usuário abrir espaço em seu computador para um programa que poderá publicar mensagens em seu nome.

A onda, assim como o alcance do vírus, foi crescendo, crescendo, crescendo e no fim da segunda-feira já circulavam pela própia rede social vários alertas, mensagens e dicas sobre como se livrar do mal – no caso, malware. Certamente o Facebook trabalhou para conter esse problema, mas para quem olha de fora, o que ficou claro, mais uma vez, é a importância que a rede sociail adquiriu nas vidas de (todos?) os consumidores.

E não é isso que todo empreendedor busca?

Em tempo, o Link do Estadão publicou uma série de dicas sobre o que você pode fazer para se livrar do problema. Clique para mais informações – e isso não é um vírus :)

Daniel Fernandes é editor do Estadão PME e, como você, usuário do Facebook.

 

‘Raio Gourmetizador’ aciona sinal de alerta para empreendedores

26 de dezembro de 2014

A febre gourmet tomou de assalto a gastronomia brasileira, sobretudo a paulista. Na esteira dessa novidade, muitos empreendedores trataram de tirar suas receitas do armário e começaram negócios que tinham como principal apelo a comidinha diferente. Deu certo. Até agora.

As redes sociais começam a demonstrar uma grande aversão ao termo gourmet. A principal prova disso é o viral ‘Raio Gourmetizador’. Você já deve ter visto a imagem em que uma hipotética tapioca, que custa R$ 1, passa a custar R$ 26,50 após a incidência do tal raio, que a transforma em uma ‘Tapioquinha rústica com renda de creme burleé’.

E se as redes sociais começam a rejeitar o termo, é porque o consumidor – o mesmo que posta nesses sites – também cansou da proposta de negócio.

Um problemão para o empreendedor que apostou na tendência. A pergunta que mais deve estar atormentando o pequeno empresário agora é a seguinte: se tudo se transformou em gourmet, o que é exatamente gourmet?

Dúvida que tudo se transformou em gourmet? Então vai uma lista

Batata frita
Café, Carne, Pipoca
Churros

Mas há uma salvação. E ela pode estar no caso de Juliana Motter, a proprietária da loja de brigadeiros (gourmet) Maria Brigadeiro. O doce foi o primeiro a empregar esse termo como apelo de venda. De uma hora para a outra, surgiram diversas lojas especializadas em fazer o docinho tradicional de uma maneira diferente.

A Maria Brigadeiro estava entre essas marcas. Atualmente, com boa chance de acertar, podemos dizer que algumas empresas prosperaram, pelo menos uma delas foi vendida para um grupo maior, e muitas fracassaram.

E Juliana manteve relevante sua empresa até hoje. Sabe por que? Por causa da originalidade da marca, da proposta. Do ineditismo. Ela foi uma das primeiras a apostar no doce. Mas havia na origem do negócio algo mais do que o termo gourmet. Era uma releitura do doce, produzido com ingredientes de qualidade e com receitas diferentes e originais.

Essa será a diferença entre os negócios – gourmet ou não – que devem sobreviver à onda do Raio Gourmetizador.

Daniel Fernandes é editor do Estadão PME

Cinco coisas que você talvez não saiba sobre Mark Zuckerberg

5 de dezembro de 2014

Quando um empreendedor conquista o que Mark Zuckerberg conquistou antes de completar 30 anos, é difícil que algum ponto da sua vida não tenha sido vasculhado e exposto – por ele mesmo, pela mídia ou por amigos/conhecidos. Mas há alguns pontos interessantes da trajetória do criador do Facebook que vale a pena reunir, no caso, neste post, e testar o conhecimento dos nossos leitores.

Você sabia que…

1) O criador do Facebook é maluco por Star Wars e que o seu Bar Mizvah teve o tema da saga de ficção científica. Curioso, afinal, a celebração marca a passagem do jovem, aos 13 anos, para a maioridade religiosa. É nessa data que o jovem, pela primeira vez, coloca os Tefilin e é chamado para ler na Torá.

2) Um pouco antes, entre os dez e os onze anos, Zuckerberg criou um programa para conectar o computador da casa onde vivia com a máquina usada pelo pai no trabalho. Você pode até saber disso, mas sabe como se chamava o programa? ZuckNet.

3) Muitos podem dizer que esportes não combinam com os garotos mais inteligentes da escola. Não no caso do criador do Facebook, que era inclusive capitão do time de esgrima.  Mas se conseguia praticar esportes com autoridade, era também bom com idiomas e aprendeu grego, latim e hebraico.

4) Logo depois de deixar Harvard e se mudar para o Vale do Silício, recebeu uma oferta interessante da MTV norte-americana: a empresa ofereceu US$ 75 milhões pelo Facebook. Mark simplesmente declinou.

5) Antes do Facebook realmente explodir, Mark começou uma nova startup chamada Wirehog e, durante algum tempo, hesitou entre esse novo negócio e o Facebook…

…todos sabem qual foi a sua decisão.

E aí, quantos desses fatos você sabia? Comente na resposta!

Daniel Fernandes é editor do Estadão PME e gosta muito de um site sobre empreendedorismo chamado Funders And Founders.

O usuário gritou e o WhatsApp recuou? O que aprender com a ‘novela’ da notificação

14 de novembro de 2014

De novo o assunto dominou as redes sociais. O Link, espaço especializado em tecnologia no Estadão, publicou que o WhatsApp agora vai permitir que os usuários desativem a opção que envia uma notificação quando alguém lê a sua mensagem. A atualização, explica a reportagem, por enquanto é apenas para Android e para atualizações feitas diretamente no site da empresa.

Para o empreendedor, a notícia interessa como a todo mortal. A privacidade será preservada. Se você quer permitir a notificação, tudo bem. Mas você tem o direito de abrir mão disso. Também como consumidor.

E é essa a lição para o empreendedor.

Uma startup, por característica, é uma empresa que precisa crescer rápido, que precisa faturar mais rápido ainda e que precisa, acima de tudo, chamar a atenção do mercado. E por conta dessa necessidade, é preciso também lançar um produto rapidamente, e fazer atualizações constantes. Até aí, nenhum problema.

Mas é preciso sempre pensar na experiência do consumidor. Ter em mente o que ele deseja e de que maneira essa modificação pode afetar a rotina de uso dessa mesma pessoa. Se o produto tecnológico é bom, como o WhatsApp, mas uma atualização é feita de forma arbitrária e causa estranheza, sua inovação pode escorrer pelo ralo e cair no esquecimento.

Uma vez, Steve Jobs falou sobre a dificuldade de pedir a opinião do consumidor quando ele ainda não tinha ideia de que precisava do produto que a Apple estava desenvolvendo.

Mas quase nunca é assim…

Daniel Fernandes é editor do Estadão PME

A incrível história do empreendedor que ganhou US$ 2,3 mil em vez de US$ 2,6 bilhões

10 de novembro de 2014

O que você faria se tivesse vendido os 10% da sua participação em uma pequena empresa, uma startup, por US$ 2,3 mil. E algumas décadas depois, essa mesma participação valeria algo em torno de US$ 2,6 bilhões. Pois foi exatamente isso que aconteceu com Ron Wayne, um engenheiro que trabalhava na Atari e que um dia tivera uma empresa que que fabricava máquinas de caça-níqueis, negócio legalizado nos Estados Unidos.

Wayne foi recrutado por Steve Jobs para fundar a Apple. Ele serviria como uma espécie de ‘desempatador’ se surgissem disputadas entre Jobs e o outro fundador da companhia, um sujeito chamado Steve Wozniak. A Apple surgiu, inclusive, no apartamento de Wayne em 10 de abril de 1976. Em Mountain View, o acordo de sociedade firmado entre os três estabelecia 45% para Jobs, 45% para Woz e 10% para Wayne.

Enquanto Wozniak assumiria a responsabilidade geral e principal pela condução da engenharia elétrica, Jobs assumiria a responsabilidade geral de engenharia elétrica e marketing e Wayne seria o responsável pela engenharia mecânica e documentação.

Foi então que o biógrafo de Steve Jobs, Walter Isaacson, afirma que Wayne se acovardou. Jobs tinha planos de fazer um empréstimo e gastar mais dinheiro. Wayne lembrou-se do fracasso da sua firma e não queria passar pelo fracasso novamente. Como a Apple não era uma sociedade anônima, as dívidas poderiam ser cobradas dos sócios.

Wayne deixou a Apple pouco tempo depois com US$ 2,3 mil no bolso. Em vez de experimentar o sucesso da companhia nas décadas seguintes, Wayne, segundo a biografia de Jobs, estava morando sozinho em uma pequena casa em Nevada, onde jogava em máquinas caça-níqueis e sobrevivia com a aposentadoria.

Para Isaacson, Wayne disse: “Tomei a melhor decisão para mim naquele momento. Os dois (Jobs e Wozniak) eram verdadeiros redemoinhos, eu conhecia meu estômago e ele não estava preparado para um passeio daqueles.”

Lendo essa curta passagem da biografia de Jobs (sim, a estou lendo apenas agora), uma frase não sai da minha cabeça:

Empreender pode ser apenas uma questão de conhecer, ou não, os limites do seu próprio estômago.

Daniel Fernandes é editor do Estadão PME e escreve no blog de vez em quando (escreve mais, na verdade, quando está lendo livros interessantes).

 

Starbucks está revisando política de proibir que os funcionários mostrem suas tatuagens

15 de setembro de 2014

Uma das questões mais difíceis, para qualquer gestor e, principalmente, para o empreendedor, é definir a maneira como os funcionários devem se vestir no trabalho. Até onde afrouxar a corda e deixar a decisão a cargo do funcionário? Até onde restringir essas liberdades individuais em nome da cultura da empresa e da imagem que ela passa para os clientes e potenciais consumidores dos seus produtos e serviços?

A resposta está no tipo de negócio que você administra. Uma startup pressupõe liberdades nesse quesito maiores do que o empreendedor de um negócio mais formal, como uma loja para um público mais velho e, muitas vezes, mais conservador.

Mas o empreendedor pode retirar alguns bons ensinamentos de grandes corporações. Pois não importa se você tem um ou milhares de funcionários, a dúvida sempre existe e esse código deve ser revisitado de tempos em tempos.

É exatamente esse o processo pelo qual a Starbucks passa nos Estados Unidos.

A cafeteria mais famosa do mundo anunciou recentemente que está revisando o ‘dress code’ e a política da empresa em relação à tatuagens como parte de mudanças maiores que visam elevar a experiência de seus colaboradores com o negócio. Hoje, a Starbucks não permite que os funcionários exibam suas tatuagens. ‘Nós temos essa política para preservar uma aparência profissional’, argumentou a empresa em comunicado enviado ao Estadão PME por e-mail.

O trabalho de revisão, ainda informa a Starbucks, está em andamento e inclui coletar as informações dos próprios funcionários, uma maneira de ‘garantir que as mudanças façam tanto sentido e sejam tão relevantes quanto o possível’

A revisão do dress code começará pelos Estados Unidos, mas a Starbucks admite que vai compartilhar os ensinamentos obtidos com seus parceiros ao redor do mundo, embora a companhia admita que vai dispor do tempo necessário para entender o que é mais importante e relevante para os funcionários de outras culturas e países.

E qual a sua política a respeito? Conte pra gente!

Daniel Fernandes é editor do Estadão PME

 

 

Filho de Bob Marley aposta no café e tem receita milionária

22 de agosto de 2014

Um dos filhos de Bob Marley, Rohan, começa a ganhar destaque no mundo. E ao contrário do que você pode imaginar, não é com música, o que era até esperado devido ao enorme talento do pai. Rohan é a cabeça pensante por trás de uma companhia de cafés. Isso mesmo: café. A Marley Coffee é hoje uma companhia que atingiu uma receita de US$ 6 milhões no ano passado e espera chegar a US$ 10 milhões neste ano.

O site da revista Fast Company fez um perfil interessante do empreendedor que vale a leitura. A empresa criada pelo empreendedor é responsável por comercializar cafés de diversas partes do mundo para lojas e, inclusive, pela internet – há cafés plantados, por exemplo, na Etiópia. A base da companhia, atualmente, está nos Estados Unidos, mas há também parcerias comerciais no Reino Unido, Chile e até na Áustria.

Rohan e a sua empresa consideram o café que comercializam gourmet. E realmente esse parece ser um mercado interessante para quem pensa em empreender, no Brasil e no mundo. Recentemente, por exemplo, o Estadão PME publicou a história de um empresário que produz e vende um café especial para ciclistas. Não é o único. Há uma série de empreendedores enveredando por esse caminho. E vale a pena você prestar atenção na história de Rohan e de outros empresários.

Daniel Fernandes é editor do Estadão PME e adora um cafezinho. Inclusive da Etiópia

 

Música indie embala aulas de ginástica em Manchester

25 de julho de 2014

O candidato ouve a todo o momento que é preciso ser diferente. Diferenciar seu negócio dos demais, principalmente se você atua com um tipo de negócio possível a todos – um restaurante, uma lanchonete, um bar, uma livraria…a lista é imensa. E inclui também as academias.

Recentemente, no Brasil, as academias buscavam se diferenciar pelo preço – surgiram negócios que apostavam em mensalidades menores do que o habitual para atrair o potencial cliente. Mais ou menos na mesma época, surgiu a diferenciação por segmento – academia só para mulheres, só para adolescentes…a lista também começou a ficar grande.

Agora, essa diferenciação atingiu um novo patamar. De acordo com o site Springwise, uma interessante plataforma de busca de novos negócios ao redor do mundo que vale ser consultada por todo mundo que é empreendedor, um negócio de Manchester, na Inglaterra, promete aulas regadas ao melhor da música Indie.

Isso mesmo. Aquela música meio estranha, meio moderna, meio retrô, meio difícil de definir até, ganhou uma nova função: embalar os exercícios daqueles que precisam de um estimulo para se exercitar. Na seleção das música, segundo o Springwise, podem estar bandas que nasceram – e por isso mesmo – são muito famosas em Manchester: New Order, Oasis e até mesmo Smiths.

Se você se interessou pelo modelo de negócios, consulte o site da empresa.

Daniel Fernandes é editor do Estadão PME e só faz exercícios escutando música. O que? Você quer saber minha playlist para exercícios? Ramones, Bruce Springsteen, Pearl Jam……

Seja original sempre! As lições (ainda que tardias) da Alemanha para os empreendedores

24 de julho de 2014

O Estadão PME realizou na quinta-feira, dia 24 de julho, mais uma edição de seus cursos para empreendedores. Durante a aula, falou-se muito sobre planejamento. E a importância de preparar sua empresa. No final, quando o evento já havia acabado, um dos participantes me abordou e fez uma provocação. Do bem, diga-se. ‘Fiquei pensando. E a seleção da Alemanha, o que ela pode ensinar aos empreendedores?’

Na mosca.

Sei que a Copa do Mundo já acabou faz algum tempo – uma eternidade, na verdade, para os fãs do esporte mais popular da terra. Mas topei o desafio de tentar escrever sobre o assunto.

Planejamento eficiente
Falando nele, ele aparece. Uma das explicações para o sucesso da seleção alemã no Mundial foi o planejamento. A federação germânica decidiu ficar concentrada na distante Santa Cruz Cabrália. Para isso, construiu seu próprio hotel, de acordo com suas próprias necessidades. Muitos pontos a favor dos nossos rivais, que no entanto, não decidiram pelo local à toa. Os três primeiros jogos da seleção foram em localidades com clima muito semelhante ao de Santa Cruz – Salvador, Fortaleza e Recife.

Tempo de maturação é fundamental
O técnico da seleção da Alemanha no Mundial, Joachim Low, era auxiliar da equipe na Copa de 2006. Quando o torneio acabou, ele assumiu o comando. Fracassou na disputa quatro anos depois, na África do Sul. Mas foi mantido no cargo. Advinha o que aconteceu. Low tinha o time na mão e fez dele o campeão do mundo.

Descontração x trabalho sério
Quando os primeiros jogadores da Alemanha foram vistos dançando com índios, pulando alegres com moradores locais vestindo da camisa do Esporte Clube Bahia e se divertindo na praia de maneira geral, muitos torcedores pensaram: ‘Ah, os gringos vieram para se divertir’. O engano não poderia ser maior. A estada dos germânicos no País foi repleta de treinos secretos e de muito trabalho. Havia tempo para tudo. Para a diversão, mas também para o trabalho que levou o elenco ao sucesso.

Seja original
Também chamou a atenção, como estratégia, as divulgações pra lá de descontraídas de momentos íntimos dos jogadores em seus redes sociais particulares e nas contas da federação alemã de futebol. Nada mais do que estratégia, bem-feita diga-se de passagem, de cativar os torcedores. O que pouca gente se deu conta é que toda estratégia iria por terra caso não houvesse originalidade, autenticidade por parte do elenco.

Ou você acha que o Podolski estava odiando tudo aquilo.

Daniel Fernandes é editor do Estadão PME, adora futebol e, claro, demorou muito para traduzir a conquista da seleção da Alemanha e post de ajuda aos empreendedores

Quer se dar bem nos negócios? Siga a teoria do filme Escola do Rock

21 de julho de 2014

Parte do elenco, dez anos depois

Recentemente, e tenho certeza que foi por culpa do algorítimo do Facebook, reapareceu na minha timeline fotos da reunião de dez anos dos atores do filme Escola do Rock. O encontro ocorreu no fim do ano passado. Sucesso de público (não tenho certeza se foi de bilheteria), o filme contava a história de um músico que assume – sem a escola saber – o papel de professor de crianças.

O professor era interpretado por Jack Black e, sem saber o que fazer com aquelas crianças, ele passa a ensiná-las música. E forma uma banda para que o grupo pudesse participar de um concurso, muito comum nos Estados Unidos, em que bandas duelam por um prêmio – as famosas batalhas de bandas.

O resto da história você conhece.

Já que sempre procuramos falar de empreendedorismo aqui (admito, pelo menos no meu caso, que nem sempre conseguimos), me ocorreu o seguinte: muito se fala sobre a importância das marcas, sobre como as marcas podem (ou devem) ser revelantes para os consumidores.

E acho que esse filme é o típico exemplo de como é bacana quando essa mágica acontece. A história era difícil de engolir. Um professor que ensina rock´n roll aos alunos escondido dos pais e da escola. Pior: quem seria o público-alvo do filme? Jovens, crianças, adultos?

Mas aí a mágica aconteceu. A rede de escolas de música que ensina rock para crianças e jovens, que inspirou o filme, ajudou e o público adotou a história. E aí, a coisa não parou mais de crescer. E a história cativou jovens, crianças e adultos. O que isso tudo tem a ver com empreendedorismo? Nada ou tudo, afinal, o filme é o exemplo claro da necessidade  cada vez maior –  de transformar consumidores em fãs.

Daniel Fernandes é editor do Estadão PME e escreve no Blog do Empreendedor bem de vez em quando.